Oposição ao 13 de maio evidencia divergências
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Em 11 de maio de 1988, realiza-se a Marcha dos negros contra a farsa da Abolição, na avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, para questionar o 13 de maio como data comemorativa. No centenário da Lei Áurea, o movimento negro boicota a celebração, denunciando racismo. O principal argumento é o de que a escravidão não se extinguira com a Lei Áurea, pois não resultara em acesso à cidadania e a direitos para esse segmento da população. Para os opositores, mesmo transcorridos 100 anos da suposta abolição, as condições socioeconômicas e políticas desiguais ainda perduram para os negros. O movimento recusa o 13 de maio como data comemorativa, com o argumento de que ela não representa o protagonismo negro na história do país, e propõe datas que evidenciem a luta dos escravos e do próprio movimento, como o dia 20 de novembro.
