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1985novembro

Lançamento da Campanha Mulher e Constituinte: “Constituinte pra valer tem que ter palavra de mulher”

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O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) lança a Campanha Mulher e Constituinte: Constituinte pra valer tem que ter palavra de mulher. Além de divulgar peças de comunicação, a campanha abre um canal (uma caixa postal) para receber por escrito propostas em defesa dos direitos das mulheres a serem apresentadas na Constituinte.  O CNDM e um grupo de juristas selecionam as propostas recebidas de acordo com sua viabilidade. As propostas selecionadas alimentam os debates que antecedem a Constituinte e servem de referência para a Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes, documento público lançado no ano seguinte.

Paralelamente ao recolhimento de propostas, a campanha também estimula a candidatura de mulheres à Assembleia Nacional Constituinte (ANC). Apesar da campanha, apenas 26 mulheres são eleitas deputadas constituintes.

Embora pequena, a representação das mulheres foi atuante na ANC. Em articulação com grupos do movimento feminista, o chamado Lobby do Batom apresenta 30 propostas de emendas e consegue estabelecer conquistas importantes na nova Constituição.

Foto: Trecho do Boletim de Intercâmbio das Organizações Populares de Mulheres (Acervo Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro)