Assassinato de liderança indígena em Brasília
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Galdino Jesus do Santos, líder indígena, é assassinado em 20 de abril de 1997, em Brasília, onde estava para tratar de conflitos de terra no sul da Bahia entre fazendeiros locais e tribos da sua etnia (pataxó hã-hã-hãe). Sua morte ocorre em um ponto de ônibus, após cinco menores de idade de classe alta atearem fogo em suas vestes enquanto ele dormia. Quatro dos culpados são condenados por homicídio doloso em 2001, mas soltos em livramento condicional em 2004. O quinto permanece recolhido por um ano em uma instituição para infratores menores de idade.
Em 1998, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e a comunidade de índios pataxó hã-hã-hãe escrevem carta ao presidente Fernando Henrique Cardoso pedindo justiça (Acervo Pres. F. H. Cardoso). Também demandam o empenho do presidente para que o Congresso Nacional aprove a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o novo Estatuto dos Povos Indígenas, além da revogação do Decreto 1.775/1996. A Convenção 169 da OIT, com importantes repercussões para os direitos dos índios, é ratificada no Brasil em 2002.

Foto: Audiência concedida por FHC à família do índio Galdino Jesus dos Santos. Brasília, 21/08/1997. (Acervo Pres. F. H. Cardoso)/Autoria: Getúlio Gurgel.
Reportagem do programa A Voz do Brasil:
Áudio: Notícia sobre a audiência concedida por FHC à família do índio Galdino. Brasília, 21/08/1997. (Acervo Pres. F. H. Cardoso)/Produtor: A Voz do Brasil.
