Políticas educacionais e coesão social: uma agenda latino-americana
Este livro reúne artigos de economistas e sociólogos de diferentes países, todos eles com larga experiência na reflexão e na formulação de políticas para a área de educação.
Depois de uma década e meia de reformas educacionais na América Latina, com resultados substanciais em termos de expansão do acesso, mas uma dívida que não se abate em termos de qualidade e equidade, quais são os problemas críticos que devem ser superados nessa área crucial para o desenvolvimento e a democracia na região? Este livro reúne artigos de economistas e sociólogos de diferentes países, todos eles com larga experiência na reflexão e na formulação de políticas para a área de educação.
Aqui o foco é o ensino básico. Os autores abordam os avanços feitos e os desafios pendentes nas políticas de financiamento, descentralização, reforma curricular, avaliação da aprendizagem, formação dos professores e estruturação e gestão da carreira do magistério. A educação é avaliada tanto como processo de transmissão de conhecimentos e construção de competências cognitivas como de transmissão e construção de valores e normas socialmente compartilhados.
O diagnóstico comum aos autores é o de que a região estaria em uma espécie de limiar crítico, a partir do qual, para avançar, em ambas as dimensões do processo educacional, é indispensável enfrentar uma agenda politicamente difícil de mudanças. Difícil porque mexe com interesses e valores, porque demanda, em sua concepção e implementação, competências que nem sempre existem na escala desejável e porque não produz resultados da noite para o dia.
Os autores apontam as grandes linhas dessa agenda e discutem os principais pontos que a compõem. Ao fazê-lo, dão contribuição importante a todos os que direta ou indiretamente atuam no campo da educação, sejam como educadores, como pesquisadores ou formuladores de política.
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