Impeachment de Collor
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O presidente Collor, primeiro eleito diretamente após a redemocratização, sofre impeachment por crime de responsabilidade e fica inelegível pelo período de oito anos.
No Congresso, uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) reuniu membros da Câmara dos Deputados e do Senado para investigar o caso PC Farias entre junho e agosto do mesmo ano e confirmou a ocorrência de corrupção com participação direta do presidente. O processo influenciou a sanção da Lei de Improbidade Administrativa, em junho de 1992 (Lei 8.429/1992).
Em meio às investigações, jovens e estudantes — organizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) — foram às ruas pedir a saída de Collor. O movimento dos “caras-pintadas”, nome que faz alusão aos rostos pintados com as cores da bandeira do Brasil, reuniu mais de 10 mil jovens na primeira manifestação e seguiu aumentando o quórum até reunir cerca de 350 mil jovens na capital paulista em 25 de agosto de 1992.
