Um governo de extrema direita no Chile: o que pode representar para a democracia?
- Quarta-feira, 3 de dezembro, às 17h
- Inscreva-se e assista ao vivo!
- Evento gratuito
- Em espanhol, com tradução simultânea para o português
Em meio a uma corrida presidencial marcada pela polarização, pesquisas apontam que o Chile chega ao segundo turno com a extrema direita em vantagem. Este webinar discutirá o que esse cenário pode significar para a democracia no país e na América Latina.
Sobre o evento
O Chile chega ao segundo turno das eleições presidenciais, em 14 de dezembro, profundamente polarizado. De um lado está Jeannette Jara, candidata do Partido Comunista; de outro, José Antonio Kast, representante da ultradireita. No primeiro turno, realizado no último dia 16 e dominado pelo debate sobre segurança pública, Jara alcançou 26,8% dos votos, enquanto que Kast ficou com 23,9%.
Pesquisas eleitorais indicam que, para o segundo turno, Kast conta com o apoio de lideranças da direita e aparece como favorito na corrida pelo Palácio de La Moneda. Este webinar analisará o significado dessa disputa para o futuro da democracia no Chile e seus possíveis impactos na América Latina.
Participantes

SERGIO FAUSTO - Cientista político e diretor geral da Fundação FHC.

IGNACIO WALKER - Professor da Pontificia Universidad Católica de Valparaíso. Foi senador (2010-2018), ministro das Relações Exteriores do Chile (2004-2006) e presidente do Partido Demócrata de Centro (PDC).

LORETO COX - Professora assistente na Escuela de Gobierno de la Pontificia Universidad Católica de Chile. Pesquisa comportamento político, opinião pública e instituições políticas chilenas. Desde 2020, é colunista do jornal El Mercurio.