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Por que o feminismo (ainda) incomoda? E a quem?


Apesar de o movimento pelos direitos das mulheres ter séculos de história e importantes conquistas tanto fora como dentro do Brasil, ainda são muitos os estereótipos, preconceitos e desigualdades a superar. O feminismo ainda é relativamente mal compreendido por muitos homens e nem todas as mulheres aceitam a designação de feministas. Além disso, as brasileiras vivem realidades muito distintas. A discriminação e a violência que uma mulher branca de classe média enfrenta são substancialmente distintas daquelas que uma mulher negra e pobre experimenta diariamente. Ou seja, existem muitos feminismos e, para debatê-los em seus diversos aspectos, convidamos três mulheres ativistas, com experiências e enfoques diferentes.

A Fundação FHC realizou um Diálogo na Web, em parceria com o Quebrando o Tabu e transmitido ao vivo pelo Facebook, com três mulheres ativistas que discutiram os desafios para o avanço da agenda dos direitos das mulheres em uma sociedade complexa e desigual como a brasileira.

Convidados


Bianca Santana
Jornalista e militante feminista, é mestre em educação e doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Autora do livroQuando me descobri negra, um dos vencedores do Prêmio Jabuti em 2016. Foi considerada "mulher inspiradora" em 2015 e 2016, na área da literatura, pelo projeto feminista Think Olga.


Manoela Miklos
Mestre e doutora em Relações Internacionais, é ativista de direitos humanos e feminista. Integra o Programa para a América Latina da Open Society Foundations. Idealizou a campanha #AgoraÉQueSãoElas e coordena blog com o mesmo nome no site da Folha de S. Paulo.


Patrícia Bezerra
Psicóloga, é vereadora pelo PSDB de São Paulo, eleita pela ONG Voto Consciente como a melhor vereadora mulher da capital. Em 2016, foi a mulher com maior votação (mais de 45 mil votos) na cidade. Ativista de direitos humanos e especialista em projetos sociais para comunidades carentes, é autora das leis do Parto sem Dor no SUS e da Amamentação Livre, entre outras. Criou o Fórum de Proteção à Criança e ao Adolescente, que já capacitou mais de 5 mil pais e educadores. Foi secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

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