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Arte e sexualidade: o que está por trás da polêmica?

Em pleno século 21, exposições de arte que têm a sexualidade como tema ou expõem o corpo nu provocam fortes emoções. Grupos conservadores se mobilizam para condenar o que consideram um risco à formação das crianças e estímulo à pedofilia. Trata-se de uma reação orquestrada que põe em xeque a liberdade de expressão. Por que a mobilização conservadora encontra tanto eco na sociedade brasileira? Em que nervos sensíveis ela toca, que temores ativa? Como proteger os menores de eventuais excessos e, ao mesmo tempo, estimulá-los a compreender e vivenciar a arte? Para debater essas questões, convidamos dois psicanalistas, um homem e uma mulher, de diferentes gerações.

A Fundação FHC realizou mais um Diálogo na Web em parceria com o Quebrando o Tabu e transmitido ao vivo pelo Facebook. Os convidados foram Contardo Calligaris e Maria Lúcia Homem.

Convidados


Contardo Calligaris
Italiano radicado no Brasil, é psicanalista, ensaísta, escritor e roteirista. Formou-se em Epistemologia e Letras e Filosofia em Genebra; foi doutorando de Roland Barthes (1915-1980), em Semiologia, em Paris. É doutor em Psicologia Clínica pela Universidade de Provença e membro da Escola Freudiana de Paris desde 1975. Há mais de 20 anos, escreve uma coluna semanal na Folha de S. Paulo.


Maria Lúcia Homem
Psicanalista, é pesquisadora do Núcleo Diversitas FFLCH/USP e professora da FAAP. Tem pós-graduação em Psicanálise e Estética pela Universidade de Paris VIII / Collège International de Philosophie. É autora de “No limiar do silêncio e da letra” e contribuiu com capítulos de “Leitores e leituras de Clarice Lispector” e “Cinema e Psicanálise”, entre outros livros.

 

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